quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

RETIRO DOS CRISMANDOS



No dia 13 de Dezembro pp, aconteceu mais um retiro para os crismandos.

Com bastante entusiasmo encerramos mais uma etapa, com o compromisso de voltarmos com os encontros no ano que vem.

O encerramento das atividades deste dia ocorreu com a Santa Missa.

E no 3º Domingo do Advento, o domingo da alegria, os alunos de violão fizeram uma belíssima apresentação com as músicas: Noite feliz, sino de Belém e Então é Natal.


Clube das Mães - Santa Missa


No dia 15 passado, o Pe. Carlinhos celebrou a missa em ação de graças por todos os funcionários, voluntários e associados da entidade Clube das Mães.

ROMARIA DA TERRA E DAS ÁGUAS


No dia 05 de Junho de 2010 acontecerá aqui em Anicuns a XIV Romaria da Terra e das Águas.

Em preparação a esta romaria está acontecendo na Diocese de São Luis de Montes Belos os Encontros de formação, com temas referentes à Romaria.

Neste Sábado (dia 12) o tema abordado foi: O Agronegócio e o Cerrado que queremos. Refletimos a realidade do Cerrado Brasileiro frente as industrias de grande porte instaladas no Brasil e à luz da Palavra de Deus percebemos que todos nós devemos nos comprometer com a criação de Deus.

Evangelho do dia - Genealogia de Jesus


Leitura Orante

Mt 1,1-17

Esta é a lista dos antepassados de Jesus Cristo, descendente de Davi, que era descendente de Abraão.
Abraão foi pai de Isaque, Isaque foi pai de Jacó, e Jacó foi pai de Judá e dos seus irmãos. Judá foi pai de Peres e de Zera, e a mãe deles foi Tamar. Peres foi pai de Esrom, que foi pai de Arão. Arão foi pai de Aminadabe, que foi pai de Nasom, que foi pai de Salmom. Salmom foi pai de Boaz, e a mãe de Boaz foi Raabe. Boaz foi pai de Obede, e a mãe de Obede foi Rute. Obede foi pai de Jessé, que foi pai do rei Davi.
Davi e a mulher que tinha sido esposa de Urias foram os pais de Salomão. Salomão foi pai de Roboão, que foi pai de Abias, que foi pai de Asa. Asa foi pai de Josafá, que foi pai de Jorão, que foi pai de Uzias. Uzias foi pai de Jotão, que foi pai de Acaz, que foi pai de Ezequias. Ezequias foi pai de Manassés, que foi pai de Amom, que foi pai de Josias. Josias foi pai de Jeconias e dos seus irmãos, no tempo em que os israelitas foram levados como prisioneiros para a Babilônia.
Depois que o povo foi levado para a Babilônia, Jeconias foi pai de Salatiel, que foi pai de Zorobabel. Zorobabel foi pai de Abiúde, que foi pai de Eliaquim, que foi pai de Azor. Azor foi pai de Sadoque, que foi pai de Aquim, que foi pai de Eliúde. Eliúde foi pai de Eleazar, que foi pai de Matã, que foi pai de Jacó. Jacó foi pai de José, marido de Maria, e ela foi a mãe de Jesus, chamado Messias.
Assim, houve quatorze gerações desde Abraão até Davi, e quatorze, desde Davi até que os israelitas foram levados para a Babilônia. Daí até o nascimento do Messias, também houve quatorze gerações.

Comentário do Evangelho

Jesus é o messias esperado

As genealogias eram uma forma literária usada no Primeiro Testamento para confirmar a vinculação de uma ou mais personagens de destaque a uma linhagem que recebeu as promessas divinas. Estas promessas, no texto bíblico, foram feitas aos patriarcas e a Davi. Esta última aparece na profecia de Natã, elaborada entre teólogos da corte real.
A genealogia de Mateus, tratada teologicamente, divide-se em três períodos da história de Israel e de Judá: período dos patriarcas e dos clãs tribais, de Abraão até Davi; período da realeza e dinastia davídica, em Judá, de Davi até o exílio; e período do surgimento e consolidação do judaísmo, do exílio até Jesus. Por sua genealogia, Mateus quer demonstrar aos judeo-cristãos que, através de José que o acolhe, Jesus é o messias esperado pelo judaísmo.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Qual a identidade de Jesus?


Leitura Orante

Lc 7,19-23

Aí João chamou dois deles e os enviou ao Senhor Jesus para perguntarem: "O senhor é aquele que ia chegar ou devemos esperar outro?" Então eles foram até o lugar onde Jesus estava e disseram:
- João Batista nos mandou perguntar o seguinte: o senhor é aquele que ia chegar ou devemos esperar outro?
Naquele momento Jesus curou muitas pessoas das suas doenças e dos seus sofrimentos, expulsou espíritos maus e também curou muitos cegos. Depois respondeu aos discípulos de João:
- Voltem e contem a João o que vocês viram e ouviram. Digam a ele que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e os pobres recebem o evangelho. E felizes são as pessoas que não duvidam de mim!

Comentário do Evangelho

Obras que promovem a vida

João Batista não pretendia criar um discipulado em comunidades isoladas. A conversão à prática da justiça, assumida no seu batismo, era para ser vivida por todos em seus próprios ambientes de vida, no seu dia-a-dia. Porém, acontece que um projeto de vida passa a ser uma regra ou estatuto comunitário para grupos, institucionalizando-se. Após a morte de João, grupos de seus discípulos permaneceram à parte do movimento de Jesus, chegando até a questioná-lo. Jesus aderiu ao movimento profético de João, assumindo-o com particularidades próprias da sua natureza divina e comunicadora da vida eterna. As obras de Jesus são obras libertadoras que promovem a vida e iluminam os pobres submissos à ideologia exploradora e opressora dos poderosos. São os sinais da chegada do Reino, com o sinal maior: os pobres são evangelizados. A continuidade do Reino na história é sinalizada pelo testemunho de nossas comunidades no empenho da construção de um mundo melhor.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Coerência entre o dizer e o fazer

Leitura Orante

Mt 21,28-32

Jesus continuou:
- E o que é que vocês acham disto? Certo homem tinha dois filhos. Ele foi falar com o mais velho e disse: "Filho, hoje você vai trabalhar na minha plantação de uvas."
- Ele respondeu: "Eu não quero ir." Mas depois mudou de idéia e foi.
- O pai foi e deu ao outro filho a mesma ordem. E este disse: "Sim, senhor." Mas depois não foi.
- Qual deles fez o que o pai queria? - perguntou Jesus.
E eles responderam:
- O filho mais velho.
Então Jesus disse a eles:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: os cobradores de impostos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus antes de vocês. Pois João Batista veio para mostrar a vocês o caminho certo, e vocês não creram nele; mas os cobradores de impostos e as prostitutas creram. Porém, mesmo tendo visto isso, vocês não se arrependeram e não creram nele.

Comentário do Evangelho

Fazer a vontade do Pai

No primeiro dia de sua chegada a Jerusalém, Jesus expulsa do templo os que aí comerciavam em conivência com os sacerdotes. No dia seguinte, voltando ao templo, Jesus é questionado por eles sobre com que autoridade age; Jesus devolve a questão com uma interrogação sobre João Batista e os confunde. Dirige-lhes, então, esta simples parábola dos dois fi lhos, dos quais, mudando de atitude, um faz a vontade do pai e o outro não. Assim, Jesus volta a mencionar a pregação de João Batista em vista da conversão e da prática da justiça, conforme a vontade de Deus. O destaque são os publicanos e as prostitutas que acreditaram em João e depois acolheram Jesus. Os chefes religiosos do judaísmo, que se afirmavam como fiéis a Deus, porém, os rejeitaram. Não fizeram a vontade do Pai. Daí a precedência destes excluídos, publicanos e prostitutas, no Reino de Deus, em relação às elites daquele sistema religioso.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Colocar Deus "entre parêntesis"?!


Leitura Orante

Mt 21,23-27

Jesus chegou ao Templo, e, quando já estava ensinando, alguns chefes dos sacerdotes e alguns líderes judeus chegaram perto dele e perguntaram:
- Com que autoridade você faz essas coisas? Quem lhe deu essa autoridade?
Jesus respondeu:
- Eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Se me derem a resposta certa, eu direi com que autoridade faço essas coisas. Respondam: quem deu autoridade a João para batizar? Foi Deus ou foram pessoas?
Aí eles começaram a dizer uns aos outros:
- Se dissermos que foi Deus, ele vai perguntar: "Então por que vocês não creram em João?" Mas, se dissermos que foram pessoas, temos medo do que o povo pode fazer, pois todos acham que João era profeta.
Por isso responderam:
- Não sabemos.

Comentário do Evangelho

Jesus da continuidade ao anúncio de João

Jesus, ao chegar a Jerusalém, na ocasião da festa da Páscoa dos judeus, havia denunciado o comércio no templo, controlado pelos dirigentes religiosos. E diariamente ensinava no espaço deste templo. Agora tais dirigentes, membros do sinédrio, autoridade máxima do judaísmo, vêm interpelá-lo: "Com que autoridade fazes estas coisas?". Esta pergunta indica que querem ignorar o caráter profético e divino de Jesus. Jesus responde com uma pergunta insinuante: o batismo de João era do céu ou dos homens? Na pergunta, revela três aspectos: era grande a aceitação de João Batista entre o povo, João Batista era um homem de Deus e Jesus coloca-se em continuidade do anúncio original de João Batista, levando-o à plenitude do Reino dos Céus. Os dirigentes judeus, que rejeitaram João Batista, temiam o povo, que acreditava nele; então, não respondem. Jesus também não responde, mas prepara-lhes uma parábola.


sábado, 12 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Deus visita seu povo

Leitura orante Lc 1,39-47

Alguns dias depois, Maria se aprontou e foi depressa para uma cidade que ficava na região montanhosa da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se mexeu na barriga dela. Então, cheia do poder do Espírito Santo, Isabel disse bem alto:
- Você é a mais abençoada de todas as mulheres, e a criança que você vai ter é abençoada também! Quem sou eu para que a mãe do meu Senhor venha me visitar?! Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga. Você é abençoada, pois acredita que vai acontecer o que o Senhor lhe disse.
Então Maria disse:
- A minha alma anuncia
a grandeza do Senhor.
O meu espírito está alegre
por causa de Deus, o meu Salvador.
Comentário do Evangelho

Maria canta as glórias de Deus

Tendo sido advertida pelo anjo sobre a gestação de Isabel em seu sexto mês, Maria sai em sua ajuda. Ao saudar Isabel, tanto esta, inspirada pelo Espírito Santo, como o menino, que pula de alegria no seu ventre, confi rmam a presença do Senhor no ventre, de Maria. Lucas é o único evangelista a mencionar o ventre feminino como fonte de vida, e o faz por sete vezes. E destaca-se mais a grandiosidade deste ventre feminino por ser fonte de vida divina. É a sublime realidade da encarnação, da presença do Deus eterno entre nós! Maria entoa seu hino de agradecimento a Deus por ser a escolhida neste projeto da encarnação. E exalta, na seqüência do hino, o projeto libertador de Deus que "depõe os poderosos de seus tronos e eleva os humildes, despede de mãos vazias os ricos e enche de bens os famintos". Maria de Guadalupe é a inspiração das comunidades que procuram na nossa América Latina libertar-se do poder imperial cruel do Norte.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Resultados e não, brincadeiras


Leitura Orante

Mt 11,16-19

- Mas com quem posso comparar as pessoas de hoje? São como crianças sentadas na praça. Um grupo grita para o outro:

"Nós tocamos músicas de casamento,
mas vocês não dançaram!
Cantamos músicas de sepultamento,
mas vocês não choraram!"

João Batista jejua e não bebe vinho, e todos dizem: "Ele está dominado por um demônio." O Filho do Homem come e bebe, e todos dizem: "Vejam! Este homem é comilão e beberrão! É amigo dos cobradores de impostos e de outras pessoas de má fama." Porém é pelos seus resultados que a sabedoria de Deus mostra que é verdadeira.

Comentário do Evangelho

Os pequenos reconhecem a sabedoria de Jesus

Neste texto do Evangelho de Mateus, temos a conclusão da fala de Jesus exaltandoJoão Batista. No início de sua fala, a afi rmação de Jesus de que "desde o dia de João Batista até agora, o Reino dos Céus sofre violência, e violentos se apoderam dele...", é uma alusão à ruptura de João com os pilares do judaísmo: o sacerdócio, o templo e a Lei que excluía os seus inadimplentes (pecadores). João descarta a linhagem sacerdotal do pai, troca o templo de Jerusalém pelo deserto (periferia) e anuncia a libertação dos oprimidos pela Lei através da prática da justiça. Comparando com algumas crianças que se excluem do jogo das demais, Jesus denuncia a rejeição dos chefes do judaísmo. João, austero no seu vestir, no seu hábitat e em sua alimentação, inicia o anúncio do Reino. A seguir Jesus, o Filho do Homem (o Humano), veste-se e alimenta-se normalmente e vive nos espaços comuns das cidades e dos campos. Tanto João, na sua austeridade, como Jesus, na sua naturalidade e alegria de vida, foram rejeitados e difamados pelos chefes religiosos e políticos de Israel. Porém, os pequenos e humildes, dentro e fora do judaísmo, pelas obras de Jesus reconheceram sua sabedoria.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Evangelho do dia - Pequenos para entrar no Reino


Leitura Orante

Mt 11,11-15

Eu afirmo a vocês que isto é verdade: de todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior. Porém quem é menor no Reino do Céu é maior do que ele. Desde os dias em que João anunciava a sua mensagem, até hoje, o Reino do Céu tem sido atacado com violência, e as pessoas violentas tentam conquistá-lo. Até o tempo de João, todos os Profetas e a Lei de Moisés falaram a respeito do Reino. E, se vocês querem crer na mensagem deles, João é Elias, que estava para vir. Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.

Comentário do Evangelho

João Batista foi o precursor de Jesus.

João Batista foi o precursor de Jesus. No tempo do Advento, que precede a celebração do mistério da encarnação do Filho de Deus, na liturgia se faz com insistência a sua memória. João Batista foi uma personalidade extremamente forte e marcante. Conclamando o povo ao batismo da conversão à justiça que remove o pecado, João suscitou a ira de Herodes, tetrarca da Galiléia, e dos chefes religiosos de Israel. Ele, filho de sacerdote, rompeu com a linhagem sacerdotal e com o templo, expressão máxima do judaísmo, para fazer seu anúncio profético no deserto. Afastando-se de Jerusalém, dirigiuse ao deserto proclamando sua mensagem tão original e forte, que atraiu Jesus. Seu batismo da conversão à justiça que remove o pecado está na origem do batismo, que é o sacramento básico da Igreja. Jesus se fez discípulo de João Batista e, em Jesus, o batismo de João foi assumido pelo Espírito Santo. Como João, Jesus faz o anúncio da conversão à justiça e da chegada do Reino dos Céus, com a novidade da participação na própria vida de Deus, a ser arrebatado pelos "menores", através da violência da ruptura com a ideologia dos poderosos deste mundo e, também, sofrendo violência por parte destes poderosos