terça-feira, 10 de abril de 2012

Maria!Mestre!


Leitura Orante
Jo 20,11-18


Maria Madalena tinha ficado perto da entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, ela se abaixou, olhou para dentro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus. Um estava na cabeceira, e o outro, nos pés. Os anjos perguntaram: - Mulher, por que você está chorando?
Ela respondeu: - Levaram embora o meu Senhor, e eu não sei onde o puseram!
Depois de dizer isso, ela virou para trás e viu Jesus ali de pé, mas não o reconheceu. Então Jesus perguntou:
- Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando?
Ela pensou que ele era o jardineiro e por isso respondeu: - Se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo. - Maria! - disse Jesus. Ela virou e respondeu em hebraico:
- "Rabôni!" (Esta palavra quer dizer "Mestre".)
Jesus disse:
- Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles, o meu Deus e o Deus deles. Então Maria Madalena foi e disse aos discípulos de Jesus: - Eu vi o Senhor! E contou o que Jesus lhe tinha dito.

O túmulo vazio

Maria, Pedro e o outro discípulo haviam constatado o túmulo vazio. Apenas o discípulo que Jesus amava acreditou. Maria permanece perto do túmulo, chorando. Ainda busca o Senhor morto. O próprio Jesus não é reconhecido. É sua voz, pronunciando o nome dela, que o identifica. É o pastor que chama as ovelhas pelo nome. O Ressuscitado é a confirmação do Filho eterno que, na sua visibilidade, volta para junto do Pai. Contudo, permanece realmente em nossas comunidades, com o qual comungamos na fé e na fraternidade. Na comunidade unida, ele é nosso irmão, Filho de nosso Pai e nosso Deus

segunda-feira, 9 de abril de 2012

As mulheres dão a Boa-Notícia da Ressurreição

Leitura Orante
Mt 28,8-15


Elas foram embora depressa do túmulo, pois estavam com medo, mas muito alegres. E correram para contar tudo aos discípulos. De repente, Jesus se encontrou com elas e disse: - Que a paz esteja com vocês!
Elas chegaram perto dele, abraçaram os seus pés e o adoraram.
Então Jesus disse:- Não tenham medo! Vão dizer aos meus irmãos para irem à Galiléia, e eles me verão ali.
O boato dos soldados
Enquanto as mulheres ainda estavam no caminho, alguns dos soldados que estavam vigiando o túmulo voltaram para a cidade e contaram aos chefes dos sacerdotes tudo o que havia acontecido. Os chefes se reuniram com os líderes judeus e fizeram os seus planos. Então deram uma grande quantia de dinheiro aos soldados e ordenaram o seguinte:
- Digam que os discípulos dele vieram de noite, quando vocês estavam dormindo, e roubaram o corpo. Se o Governador souber disso, nós vamos convencê-lo de que foi isso mesmo o que aconteceu, e vocês não terão nenhum problema. Os soldados pegaram o dinheiro e fizeram o que os chefes dos sacerdotes tinham mandado. E esse boato se espalhou entre os judeus até o dia de hoje.

A Boa-Notícia da ressurreição

Maria Madalena e a outra Maria tinham ido ver o sepulcro. Um anjo anuncia-lhes que Jesus ressuscitou. As mulheres correm para dar notícias aos discípulos. Nisso, o próprio Jesus vem ao seu encontro e saúda-as: "Alegrai-vos" (khairete). É a mesma saudação do anjo a Maria na anunciação, em Lucas. Agora é de Jesus às mulheres. A novidade é a ressurreição. Elas são incumbidas de levar o anúncio aos discípulos. Os discípulos são chamados de "meus irmãos" pelo Ressuscitado. Eles devem ir à Galileia para a retomada da missão.
Enquanto as mulheres vão levando a Boa-Notícia, alguns guardas vão informar os sumos sacerdotes. Com um álibi ridículo e incoerente, o Sinédrio suborna os guardas para dizer que estavam dormindo quando os discípulos roubaram o corpo de Jesus.

domingo, 8 de abril de 2012

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

Venha celebrar conosco A PAIXÃO, MORTE E A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO.


Domingo de Ramos

07h30min hs Concentração e benção do ramos (Lar dos idosos)
Procissão
Santa Missa (Igreja Matriz)
19:30 hs Santa Missa ( Igreja Matriz) 

Segunda –feira

6:00 hs Santa Missa e caminhada Penitencia

Terça-feira
6:00 hs Santa Missa e caminhada Penitencial
19:00 hs Santa Missa do Crisma – São Luis

Quarta-feira
19:00 hs Santa Missa
20:00 hs Procissão do Encontro 

Quinta-feira
9:00 hs Santa Missa com os doentes (Lar dos Idosos)
21:00 hs Missa da Ceia do Senhor
Após a Missa será feita a Transladação do Santíssimo e a exposição aos fiéis para adoração até meia noite ( Centro de Convenções Pe Mathias) 

Sexta-feira
6:00 hs Via sacra
15:00 hs Celebração da Paixão do Senhor
19:00 hs Procissão 

Sábado
21:00 hs Vígilia Pascal 

Domingo de Páscoa
7:30 hs Santa Missa
19:30 hs Santa Missa 

A PAIXÃO DE JESUS CRISTO é a maior e a mais estupenda obra do Amor de Deus!
 
São Paulo da Cruz

quarta-feira, 4 de abril de 2012

VIA SACRA DE JESUS


Oração Preparatória   
A Agonia de JESUS no Jetsemani 
Ó meu Jesus, que para nos salvar carregastes a cruz até o Calvário, suportando dores, injúrias e humilhações, ajudai-me agora a meditar esses vossos sofrimentos e dai-me forças para não vos ofender nunca mais. Que esta Via Sacra aumente em mim o amor a Deus e ao próximo. Amém  
PRIMEIRA ESTAÇÃO:JESUS É CONDENADO A MORTE  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, os meus pecados gritaram: "Crucifica-o! Crucifica-o!" Mas foi mais a minha ignorância do que a minha malícia que me levou a este desatino. Perdão, Senhor!  
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant..) A morrer crucificado, teu Jesus é condenado, por teus crimes, pecador.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
SEGUNDA ESTAÇÃO: JESUS TOMA A CRUZ ÀS COSTAS.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, os meus pecados tornaram a vossa Cruz ainda mais pesada. Perdão, Eu não quero mais pecar.  
 (Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Com a Cruz é carregado, e do peso acabrunhado, vai morrer por teu amor.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
TERCEIRA ESTAÇÃO:JESUS CAI PELA PRIMEIRA VEZ DEBAIXO DA CRUZ  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, caístes por terra, cansado e já sem forças. Eu quero ajudar os meus irmãos caídos e prostrados pelo sofrimento, já que eu não vos dei a mão na vossa queda.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Pela cruz tão oprimido, cai Jesus desfalecido, pela tua salvação.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
   
QUARTA ESTAÇÃO: JESUS ENCONTRA-SE COM SUA SANTÍSSIMA MÃE.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó coração aflito de Jesus! Ó Maria, Mãe das Dores! Aliviai as aflições dos filhos longe de sua mãe e consolai as mães separadas dos seus filhos.    
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). De Maria lacrimosa, Sua Mãe tão dolorosa, vê a imensa compaixão.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
  
QUINTA ESTAÇÃO: SIMÃO CIRINEU AJUDA A JESUS A LEVAR A SUA CRUZ.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, fazei-me compreender que toda a ajuda que eu dou aos meus irmãos é a vós que eu ajudo, como o Cirineu vos ajudou a carregar a Cruz.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.   
(cant.). Em extremo desmaiado, deve auxílio, tão cansado, receber do Cirineu.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
  
SEXTA ESTAÇÃO: VERÔNICA ENXUGA A FACE DE JESUS.  
 V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, que o vosso rosto ensangüentado impresso na toalha de Verônica me lembre sempre tudo o que vós sofrestes por meu amor.  
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). O seu rosto ensangüentado, por Verônica enxugado, eis no pano apareceu.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
  
SÉTIMA ESTAÇÃO: JESUS CAI, PELA SEGUNDA VEZ, DEBAIXO DA CRUZ.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Foram as minhas recaídas ó meu Jesus, que vos fizeram cair de novo em terra. Dai-me a graça de não tornar a cair em pecado para o futuro.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Outra vez desfalecido, pelas dores abatido, cai em terra o Salvador.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
OITAVA ESTAÇÃO: JESUS CONSOLA AS FILHAS DE JERUSALÉM.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, que predissestes a Jerusalém sua ruína e destruição, livrai-me a mim da ruína e socorrei-me com a vossa misericórdia e o vosso perdão.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Das matronas piedosas, de Sião filhas chorosas, é Jesus consolador.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
NONA ESTAÇÃO: JESUS CAI, PELA TERCEIRA VEZ, DEBAIXO DA CRUZ.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, pelas dores que sofrestes nesta terceira queda, dai-me a força de me levantar, todas as vezes que a fraqueza me leva a cair em pecado.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Cai terceira vez prostrado, pelo peso redobrado, dos pecados e da Cruz.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
DÉCIMA ESTAÇÃO: JESUS É DESPOJADO DE SUAS VESTES.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, que fostes despojado das vossas vestes e recebestes a beber fel e vinagre, fazei-me rejeitar as vaidades e prazeres ilícitos para que eu não me desvie do vosso amor.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Dos vestidos despojado, por verdugos mal tratado, eu Vos vejo, meu Jesus.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
  
DÉCIMA PRIMEIRA ESTAÇÃO: JESUS É PREGADO NA CRUZ.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, pelas dores e angústias que sofrestes na Cruz, dai-me forças para suportar as angústias, tristezas e sofrimentos da minha vida para purificar-me dos meus pecados.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Sois por mim à Cruz pregado, insultado, blasfemado, com cegueira e com furor.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
DÉCIMA SEGUNDA ESTAÇÃO: JESUS MORRE NA CRUZ.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó meu Jesus, vós completastes a redenção do mundo pregado na cruz; aceitai os meus sofrimentos como ajuda para a minha redenção.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Por meus crimes padecestes, Meu Jesus por mim morrestes, como é grande a minha dor.  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
DÉCIMA TERCEIRA ESTAÇÃO: MARIA RECEBE JESUS MORTO, EM SEUS BRAÇOS.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.  
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.  
Ó Maria, Mãe de Jesus, que recebestes nos braços o corpo do vosso Filho, concedei-me a graça de receber sempre dignamente o Corpo de Cristo, na Santa Comunhão.   
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). Do madeiro Vos tiraram, e nos braços Vos deixaram, de Maria. Que aflição!  
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
DÉCIMA QUARTA ESTAÇÃO: JESUS É DEPOSITADO NO SANTO SEPULCRO.  
V. Nós vos adoramos Senhor Jesus Cristo e vos bendizemos.   
R. Porque, pela vossa Santa Cruz, remistes o mundo.   
Ó meu Jesus, que a vossa sepultura e ressurreição fortaleçam a minha fé na ressurreição dos mortos e na vida eterna.     
(Pai Nosso... Ave Maria... Glória ao Pai...)  
V. Bendita e louvada seja a sagrada Paixão e morte de Jesus Cristo Nosso Senhor.  
R. Que quis padecer e morrer na Cruz por nosso amor.  
(cant.). No sepulcro Vos deixaram, enterrado Vos choraram, magoado coração.   
Pela Virgem dolorosa, Vossa Mãe tão piedosa, perdoai-me, bom Jesus  
 
ORAÇÃO FINAL  
Pai Eterno que enviastes o vosso Filho Jesus para socorrer o mundo e ele o salvou morrendo na Cruz, fazei que, por esta Cruz e pelos sofrimentos de Cristo, a humanidade encontre sempre o auxílio e o socorro de que necessita. Amém. 

Quinta-feira Santa

Santos Óleos

Abençoar os santos óleos usados no ano inteiro nas paróquias da cidade é uma das cerimônias litúrgicas da Semana Santa. Ela conta com a presença de bispos e sacerdotes de toda a Arquidiocese. É um momento de reafirmar o nosso compromisso de servir a Jesus Cristo. São três os óleos abençoados nesta celebração:

Óleo do Crisma: uma mistura de óleo e bálsamo, significando plenitude do Espírito Santo, revelando que o cristão deve irradiar "o bom perfume de Cristo". É usado no Sacramento da Confirmação (Crisma) quando o cristão é confirmado na graça e no dom do Espírito Santo, para viver como adulto na fé. Este óleo é usado também no Sacramento do Ordem, para ungir os "escolhidos" que irão trabalhar no anúncio da Palavra de Deus, conduzindo o povo e santificando-o no ministério dos Sacramentos. A cor que representa esse óleo é o branco ouro.

Óleo dos Catecúmenos: catecúmenos são os que se preparam para receber o Batismo, sejam adultos ou crianças, antes do rito da água. Este óleo significa a libertação do mal, a força de Deus que penetra no catecúmeno, o liberta e prepara para o nascimento pela água e pelo Espírito. Sua cor é vermelha.

Óleo dos Enfermos: é usado no Sacramento da Unção dos Enfermos, conhecido erroneamente como "extrema-unção". Este óleo significa a força do Espírito de Deus para a provação da doença, para o fortalecimento da pessoa para enfrentar a dor e, inclusive a morte, se for vontade de Deus. Sua cor é roxa.

Instituição da Eucaristia

Na véspera da festa da Páscoa, como Jesus sabia que havia chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim (cf. Jo 12,1). Caía a noite sobre o mundo, porque os velhos ritos, os antigos sinais da misericórdia infinita de Deus para com a humanidade iam realizar-se plenamente, abrindo caminho a um verdadeiro amanhecer: a nova Páscoa. Eucaristia foi instituída durante a noite, preparando antecipadamente a manhã da Ressurreição.

Comecemos desde já a pedir ao Espírito Santo que nos prepare para podermos entender cada expressão e cada gesto de Jesus Cristo: porque queremos viver vida sobrenatural, porque o Senhor nos manifestou a sua vontade de se dar a cada um de nós em alimento da alma, e porque reconhecemos que só Ele tem palavras de vida eterna.

A fé leva-nos a confessar com Simão Pedro: Nós acreditamos e sabemos que tu és o Cristo, o Filho de Deus. E é essa mesma fé, fundida com a nossa devoção, que nesses momentos transcendentes nos incita a imitar a audácia de João, a aproximar-nos de Jesus e a reclinar a cabeça no peito do Mestre, que amava ardentemente os seus e, como acabamos de ouvir, iria amá-los até o fim.

Tenhamos em mente a experiência tão humana da despedida de duas pessoas que se amam. Desejariam permanecer sempre juntas, mas o dever – seja ele qual for – obriga-as a afastar-se uma da outra. Não podem continuar sem se separarem, como gostariam. Nessas situações, o amor humano, que, por maior que seja, é sempre limitado, recorre a um símbolo: as pessoas que se despedem trocam lembranças entre si, possivelmente uma fotografia, com uma dedicatória tão ardente que é de admirar que o papel não se queime. Mas não conseguem muito mais, pois o poder das criaturas não vai tão longe quanto o seu querer.

Porém, o Senhor pode o que nós não podemos. Jesus Cristo, perfeito Deus e perfeito Homem, não nos deixa um símbolo, mas a própria realidade: fica Ele mesmo. Irá para o Pai, mas permanecerá com os homens. Não nos deixará um simples presente que nos lembre a sua memória, uma imagem que se dilua com o tempo, como a fotografia que em breve se esvai, amarelece e perde sentido para os que não tenham sido protagonistas daquele momento amoroso. Sob as espécies do pão e do vinho encontra-se o próprio Cristo, realmente presente com seu Corpo, seu Sangue, sua Alma e sua Divindade.

Lava Pés - Jesus lava os pés de seus discípulos

Um momento solene


No 13º capítulo do seu Evangelho, João fala sobre Jesus fraco, pequeno, que terminará sendo condenado e morto na cruz como um blasfemador, um fora da lei ou um criminoso. Até então, Jesus parecia tão forte, havia feito tantos milagres, curado doentes, ordenado que o mar e o vento se acalmassem e falado com autoridade para os escribas e os fariseus.

Ele parecia ser um grande profeta, quem sabe até o Messias. O Deus do poder estava com Ele. Mais e mais pessoas estavam começando a segui-lo, esperavam que Ele os libertasse dos romanos, resgatando assim, a dignidade do povo escolhido. O tempo da páscoa estava próximo. A multidão e os amigos dele pensavam: "Será que Ele vai se revelar na páscoa? Então, todos acreditarão nele." Todos esperavam que algo extraordinário acontecesse. No entanto, em vez de fazer algo fantástico, Jesus tomou o caminho oposto, o da fraqueza, o da humilhação, deixando que os outros o vencessem. Este processo de humilhação teve início quando o Verbo se fez carne no seio da Virgem Maria, e continuou visível para os discípulos no lava-pés. Terminará com a agonia, paixão, crucifixão e morte.

O começo deste capítulo é muito solene: "Antes do dia da festa da Páscoa, sabendo Jesus que tinha chegado a hora de passar deste mundo ao Pai, tendo amado aos seus, que estavam no mundo, amou-os até ao extremo. Começada a ceia, tendo já o demônio posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, a determinação de o entregar, sabendo que o Pai tinha posto em suas mãos todas as coisas, que saíra de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, depôs o manto, e apegando uma toalha cingiu-se com ela." (Jo 13,1-4).

Estas palavras são muito fortes: "Jesus, sabendo que o Pai tinha posto em suas mãos todas as coisas, que saíra de Deus e ia para Deus, levantou-se da ceia, depôs o manto..." Então, Ele se ajoelhou diante de cada um de seus discípulos e começou a lavar-lhes os pés, em uma atitude de humilhação, fraqueza, súplica e submissão. De joelhos ninguém pode se mover com facilidade nem se defender.

João Batista havia dito que ele não era digno nem de desatar as sandálias de Jesus (Mc 1,7). No entanto, Jesus se ajoelha em frente a cada um de seus discípulos.

Os primeiros cristãos devem ter cantado o mistério de Jesus, que se desfez da sua glória e se fez fraco, como encontramos nas palavras de S. Paulo aos Filipenses: "O qual, existindo na forma (ou natureza) de Deus, não julgou que fosse uma rapina o seu ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens e sendo reconhecido por condição como homem. Humilhou-se a si mesmo, feito obediente até a morte, e morte de cruz! (Fl 2,6-8)

Nós estamos frente a um Deus que se torna pequeno e pobre, que desce na escala da promoção humana, que escolhe o último, que assume o lugar de servo ou escravo. De acordo com a tradição judia, o escravo lavava os pés do senhor, e algumas vezes as esposas lavavam os pés do marido ou os filhos lavavam os do pai.

Transladação do Santíssimo

A transladação do Santíssimo tem notícias históricas desde o século II. Mas o rito da adoração, na quinta-feira santa entrou na Igreja a partir do século XIII e foi difundindo-se até o século XV.

O que mais impulsionou foi a devoção ao Santíssimo Sacramento, a partir da segunda metade do século XIII, época em que o Papa Urbano IV decretou a festa de Corpus Christi para toda a Igreja (em 11 de agosto de 1264). Após a oração depois da comunhão da Missa, o Santíssimo é transladado solenemente em procissão para uma capela lateral ou para um dos altares laterais da igreja, devidamente preparado para receber o Santíssimo.

Antes da transladação, o sacerdote prepara o turíbulo e incensa o Santíssimo três vezes. Depois, realiza-se uma pequena procissão dentro da igreja. Durante a procissão, canta-se o "Pange Lingua", traduzido em português, exceto as duas últimas estrofes, que são cantadas depois da chegada da procissão na capela lateral, onde ficará o Santíssimo.

Após a transladação, a comunidade é convidada a permanecer em adoração solene até um horário conveniente. O significado é de ação de graças pela eucaristia e pela salvação que celebramos nestes dias do Tríduo Pascal.

Desnudação do Altar

A desnudação do altar hoje, é um rito prático, com a finalidade de tirar da igreja todas as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de um grande e respeitoso silêncio pela Paixão e Morte de Jesus.

A desnudação do altar (denudatio altaris), ou despojamento, como preferem alguns, é um rito antigo, já mencionado por Santo Isidoro no século VII, que fala da desnudação como um gesto que acontecia na quinta-feira santa.

O sacerdote, ajudado por dois ministros, remove as toalhas e os demais ornamentos e enfeites dos altares que ficam assim desnudados até a Vigília Pascal. No antigo rito, durante a desnudação recitava-se um trecho de um salmo. O gesto da desnudação do altar tinha o significado alegórico da nudez com a qual Cristo foi crucificado.

O rito atual é realizado de modo muito simples, após a missa. Feito em silêncio e sem a participação da assembléia. As orientações do Missal Romano pedem que sejam retiradas as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja.

Caso isso não seja possível, orienta o Missal que convém velar as cruzes e as imagens que não possam ser retiradas.(Cf. Missal Romano, p. 253, n. 19).

O significado é o silêncio respeitoso da Igreja que faz memória de Jesus que sofre a Paixão e sua morte de Jesus, por isso, despoja-se de tudo o que possa manifestar festa.

Quarta-feira Santa

Procissão do Encontro

Na quarta-feira Santa, à noite, existe uma tradição muito antiga e comovente que se faz na maior parte das cidades do interior do Brasil. É a procissão do encontro entre Nossa Senhora das Dores e o Bom Senhor Jesus dos Passos.

As Mulheres fazem uma procissão carregando a imagem de Nossa Senhora das Dores, com cantos penitenciais, com as figuras bíblicas das “mulheres piedosas”: Verônica, que teria enxugado o rosto ensangüentado de Jesus numa toalha, na qual ficou estampada a sua face; Maria Madalena e outras mulheres que acompanharam a caminhada de Jesus para o Calvário.

Outra procissão é feita só pelos homens, que carregam a imagem do Senhor dos Passos, figura de Jesus Cristo coroado de espinhos, ensangüentado, escarrado e carregando uma cruz às costas. Em determinado local se dá o encontro. Um pregador faz a dramatização da cena, recordando o que aconteceu na Sexta-feira Santa. Faz um apelo à conversão, recorrendo à dramaticidade da dor de Nossa Senhora e das Dores e sofrimentos de Jesus. O sermão tem o costume de ser mais exortativo. Após o sermão, a Verônica entoa um hino e mostra a toalha ensangüentada com a face esculpida no pano. 


Fonte: www.cancaonova.com

Judas trai Jesus


Leitura Orante
Mt 26,14-25

Então um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi falar com os chefes dos sacerdotes. Ele disse: - Quanto vocês me pagam para eu lhes entregar Jesus? E eles lhe pagaram trinta moedas de prata. E daí em diante Judas ficou procurando uma oportunidade para entregar Jesus. No primeiro dia da Festa dos Pães sem Fermento, os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram: - Onde é que o senhor quer que a gente prepare o jantar da Páscoa para o senhor? Ele respondeu:- Vão até a cidade, procurem certo homem e digam: "O Mestre manda dizer: A minha hora chegou. Os meus discípulos e eu vamos comemorar a Páscoa na sua casa." Os discípulos fizeram como Jesus havia mandado e prepararam o jantar da Páscoa. Quando anoiteceu, Jesus e os doze discípulos sentaram para comer. Durante o jantar Jesus disse: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Eles ficaram muito tristes e, um por um, começaram a perguntar: - O senhor não está achando que sou eu; está?Jesus respondeu:
- Quem vai me trair é aquele que come no mesmo prato que eu. Pois o Filho do Homem vai morrer da maneira como dizem as Escrituras Sagradas; mas ai daquele que está traindo o Filho do Homem! Seria melhor para ele nunca ter nascido! Então Judas, o traidor, perguntou:- Mestre, o senhor não está achando que sou eu; está? Jesus respondeu: - Quem está dizendo isso é você mesmo.

O sofrimento é caminho necessário para a salvação.

O tom dramático e doloroso das narrativas dos últimos dias de Jesus, em Jerusalém, marca as celebrações da Semana Santa. Hoje temos o tema da traição de Judas na versão de Mateus.
A tradição da Paixão, elaborada na ótica da religião sacrifical do Primeiro Testamento, apresenta o sofrimento como caminho necessário para a salvação. Contudo, atentos à prática de Jesus, vemos que sua vida foi a plena manifestação do amor que liberta, removendo o sofrimento e promovendo a vida. Em consequência foi perseguido até a morte. Tanto o sofrimento das multidões de excluídos como de Jesus resultam do sistema opressor sob controle de minorias que cooptam pessoas como Judas.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Jesus tem gesto de carinho ao traidor

Leitura Orante
Jo 13,21-33.36-38


Depois de dizer isso, Jesus ficou muito aflito e declarou abertamente aos discípulos: - Eu afirmo a vocês que isto é verdade: um de vocês vai me trair. Então eles olharam uns para os outros, sem saber de quem ele estava falando. Ao lado de Jesus estava sentado um deles, a quem Jesus amava. Simão Pedro fez um sinal para ele e disse: - Pergunte de quem o Mestre está falando. Então aquele discípulo chegou mais perto de Jesus e perguntou:- Senhor, quem é ele? - É aquele a quem vou dar um pedaço de pão passado no molho! - respondeu Jesus. Em seguida pegou um pedaço de pão, passou no molho e deu a Judas, filho de Simão Iscariotes. E assim que Judas recebeu o pão, Satanás entrou nele. Então Jesus disse a Judas: - O que você vai fazer faça logo! Nenhum dos que estavam à mesa entendeu por que Jesus disse isso. Como era Judas que tomava conta da bolsa do dinheiro, alguns pensaram que Jesus tinha mandado que ele comprasse alguma coisa para a festa ou desse alguma ajuda aos pobres. Judas recebeu o pão e saiu logo. E era noite. Quando Judas saiu, Jesus disse: - Agora a natureza divina do Filho do Homem é revelada, e por meio dele é revelada também a natureza gloriosa de Deus.2E, se por meio dele a natureza gloriosa de Deus for revelada, então Deus revelará em si mesmo a natureza divina do Filho do Homem. E Deus fará isso agora mesmo. Meus filhos, não vou ficar com vocês por muito tempo. Vocês vão me procurar, mas eu digo agora o que já disse aos líderes judeus: vocês não podem ir para onde eu vou. Eu lhes dou este novo mandamento: amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também uns aos outros. Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos. Simão Pedro perguntou a Jesus: - Senhor, para onde é que o senhor vai? Jesus respondeu: - Você não pode ir agora para onde eu vou. Um dia você poderá me seguir! Pedro tornou a perguntar: - Senhor, por que eu não posso segui-lo agora? Eu estou pronto para morrer pelo senhor!
- Está mesmo? - perguntou Jesus. - Pois eu afirmo a você que isto é verdade: antes que o galo cante, você dirá três vezes que não me conhece.

O dom do amor de Jesus

O evangelho de João apresenta um longo discurso de Jesus, após ter lavado os pés dos discípulos. A sentença de morte contra ele já estava decretada pelo Sinédrio. Agora é um do círculo íntimo de Jesus que fará a traição fatal. Jesus ainda acena com um gesto acolhedor dando-lhe um pedaço de pão molhado. É em vão. Judas retira-se.
Jesus fala da sua morte como sendo a sua glorificação. Esta glorificação, tema característico do evangelho de João, é o dom de amor de Jesus, até o fim, sem recuar diante das ameaças de morte que pairavam sobre ele. É a manifestação e comunicação de sua divindade e de sua eternidade, transformando a humanidade. É em comunhão com sua vida e com seu amor que nos tornamos eternos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Domingo de Ramos








Um jantar em Betânia


Leitura Orante
Jo 12,1-11

Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi ao povoado de Betânia, onde morava Lázaro, a quem ele tinha ressuscitado. Prepararam ali um jantar para Jesus. Marta ajudava a servir, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Então Maria pegou um frasco cheio de um perfume muito caro, feito de nardo puro. Ela derramou o perfume nos pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e toda a casa ficou perfumada. Mas Judas Iscariotes, o discípulo que ia trair Jesus, disse: - Este perfume vale mais de trezentas moedas de prata. Por que não foi vendido, e o dinheiro, dado aos pobres? Judas disse isso, não porque tivesse pena dos pobres, mas porque era ladrão. Ele tomava conta da bolsa de dinheiro e costumava tirar do que punham nela. Então Jesus respondeu: - Deixe Maria em paz! Que ela guarde isso para o dia do meu sepultamento. Os pobres estarão sempre com vocês, mas eu não estarei sempre com vocês. Muitas pessoas ficaram sabendo que Jesus estava em Betânia. Então foram até lá não só por causa dele, mas também para ver Lázaro, o homem que Jesus tinha ressuscitado. Então os chefes dos sacerdotes resolveram matar Lázaro também; pois, por causa dele, muitos judeus estavam abandonando os seus líderes e crendo em Jesus.

O lugar da vida

Em Betânia, a nova comunidade dos discípulos faz a ceia da celebração da vida que Jesus lhe comunicou. À "Jerusalém, que mata os profetas" (Lc 13,34), opõe-se Betânia, que é o lugar da vida, como a casa de Lázaro, Marta e Maria. Lázaro, ressuscitado por Jesus, é testemunha da vida que venceu a morte. Esta é a comunidade que serve e que ama. Judas é aquele que, apegado ao dinheiro, não compreende nem o serviço nem o amor.
O perfume com que Maria unge os pés de Jesus enche a casa inteira com seu aroma. Não mais o odor do túmulo de Lázaro. Maria unge os pés de Jesus com vida, e não o seu corpo morto, que será ungido por Nicodemos. Na iminência de sua morte em Jerusalém, seis dias depois, também com a ceia da vida, Jesus celebra com os discípulos o cumprimento fiel de seu ministério.