quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Você Sabia?

Que em 2007 um projeto de Lei queria retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. Este projeto foi arquivado.


 Durante 6 meses, em 2007, o PL 2623/07, apresentado pelo deputado suplente e pastor evangélico Victório Galli, percorreu silenciosamente os caminhos do Congresso Nacional e foi descoberto apenas quando já estava na Comissão de Educação e Cultura para apreciação final. Se fosse aprovado ali, nem precisaria passar pelo Plenário.
Depois de uma intensa campanha de mobilização e oração contra esse projeto, finalmente, o Brasil continua com sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida, que é um presente de Deus para o povo brasileiro.
A imagem da Virgem que apareceu nas águas do Rio Paraíba do Sul, em São Paulo, no século XVIII, é uma das mais belas páginas da História do Brasil, um marco histórico, um milagre, que não pode deixar de ser prestigiado, nem tampouco desvalorizado pelo povo brasileiro. Prestar homenagem à tão querida santa não é “adorar” imagens, mas sim agradecer a Mãe de Deus e nossa Mãe por tantos benefícios concedidos, tantas graças realizadas em nosso meio!
Outro fator importante a ser lembrado é que a fé do brasileiro é uma das maiores representações da cultura do nosso povo, sendo, portanto, uma grande ruptura a esta manifestação popular retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Todos os povos do mundo, cidades, países e até mesmo continentes têm santos como seus padroeiros. Santos que representam pela sua vida e pela sua intercessão o próprio local a quem eles estão ligados.

Fonte: http://portalcot.com/br/blog/nossa-senhora-aparecida-e-a-padroeira-do-brasil/

Jesus ensina a orar


Leitura Orante
Lc 11,5-13


Então Jesus disse aos seus discípulos:
- Imaginem que um de vocês vá à casa de um amigo, à meia-noite, e lhe diga: "Amigo, me empreste três pães. É que um amigo meu acaba de chegar de viagem, e eu não tenho nada para lhe oferecer."
- E imaginem que o amigo responda lá de dentro: "Não me amole! A porta já está trancada, e eu e os meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar para lhe dar os pães."
Jesus disse:
- Eu afirmo a vocês que pode ser que ele não se levante porque é amigo dele, mas certamente se levantará por causa da insistência dele e lhe dará tudo o que ele precisar. Por isso eu digo: peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês. Porque todos aqueles que pedem recebem; aqueles que procuram acham; e a porta será aberta para quem bate. Por acaso algum de vocês será capaz de dar uma cobra ao seu filho, quando ele pede um peixe? Ou, se o filho pedir um ovo, vai lhe dar um escorpião? Vocês, mesmo sendo maus, sabem dar coisas boas aos seus filhos. Quanto mais o Pai, que está no céu, dará o Espírito Santo aos que lhe pedirem!

Oração perseverante

Lucas, no seu evangelho, dá grande destaque à oração. Após a narrativa na qual Jesus ensina os discípulos a orar, apresenta uma sugestiva comparação para ilustrar a importância da oração perseverante e contínua. O orante a Deus é comparado a um "amigo" que vai a outro amigo, em uma hora pouco conveniente, pedir ajuda para atender um terceiro. Graças à sua insistência ele é atendido. Ao "pedir", "buscar", "bater à porta", sem desistir, se conquistará as coisas boas que são agradáveis a Deus e que desejamos.
Em conclusão temos a comparação, usando contrastes exagerados, com os pais que sabem dar coisas boas a seus filhos e o Pai do céu. O dom maior, que Deus não nos negará e que podemos pedir, é o seu Espírito de Amor, pelo qual entramos em comunhão de vida com nosso próximo e com Deus.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Jesus ensina a orar

Leitura Orante
Lc 11,1-4

Um dia Jesus estava orando num certo lugar. Quando acabou de orar, um dos seus discípulos pediu:
- Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele.
Jesus respondeu:
- Quando vocês orarem, digam:
"Pai, que todos reconheçam
que o teu nome é santo.
Venha o teu Reino.
Dá-nos cada dia o alimento que precisamos.
Perdoa os nossos pecados, pois nós também perdoamos todos os que nos ofendem.
E não deixes que sejamos tentados."

Oração do coração

Em Mateus, na introdução à oração do Pai-Nosso é feita a contraposição à oração dos fariseus e dos gentios. Lucas, por sua vez, introduz a oração a partir do exemplo da oração do próprio Jesus e do exemplo de João Batista e seus discípulos. Mateus, dirigindo-se a uma comunidade de cristãos oriundos do judaísmo, apresenta a oração do Pai-Nosso mais elaborada teologicamente.
Na narrativa de Lucas, dirigida a pagãos convertidos, a oração de Jesus é mais simples e parece aproximar-se mais do ensino original de Jesus. A oração que Jesus ensina tem três originalidades: é uma oração do coração na presença de Deus, não necessitando de lugares determinados, nem de gestos ostensivos ou de muitas palavras; é uma oração de filho ou filha, para pai ou mãe, em vista do empenho da concretização do projeto de Deus no mundo; é uma oração de compromisso fraterno libertador, assumindo a partilha do pão e a prática do perdão e da misericórdia, que são os fundamentos do amor e da paz nas comunidades e na sociedade.
A oração de Jesus envolve-nos em uma espiritualidade de compromisso. Oração e ação andam sempre juntas. Na partilha e na misericórdia vive-se o amor que nos impele à construção do mundo novo, solidário, compassivo e fraterno.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A melhor parte


Leitura Orante
Lc 10,38-42


Jesus e os seus discípulos continuaram a sua viagem e chegaram a um povoado. Ali uma mulher chamada Marta o recebeu na casa dela. Maria, a sua irmã, sentou-se aos pés do Senhor e ficou ouvindo o que ele ensinava. Marta estava ocupada com todo o trabalho da casa. Então chegou perto de Jesus e perguntou:
- O senhor não se importa que a minha irmã me deixe sozinha com todo este trabalho? Mande que ela venha me ajudar.
Aí o Senhor respondeu:
- Marta, Marta, você está agitada e preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária! Maria escolheu a melhor de todas, e esta ninguém vai tomar dela.

A importância da escuta

Lucas, com esta sua narrativa que lhe é exclusiva, ilustra duas atitudes de acolhimento de Jesus, que se complementam.
Marta dedicava-se aos cuidados de preparação da refeição, certamente com preocupações supérfluas, em vista da dignidade do hóspede. Jesus intervém quando Marta quer coagir Maria a ajudá-la nesta tarefa. Nesta atitude vê-se que ela julgava mais importante o supérfluo da refeição, indo além da simplicidade, do que a escuta da palavra e o diálogo com Jesus. Jesus, então, mostra a Marta que o fundamental é a escuta da palavra.
A narrativa não tem o sentido de exaltar a vida contemplativa como superior à vida ativa. Trata-se de compreender que toda atividade só tem sentido quando orientada para o cumprimento da vontade de Deus, revelada por sua Palavra, que deve ser escutada e posta em prática.
A narrativa, também, pode ser entendida como uma instrução para as casas que acolhem os missionários. As mulheres, donas de casa, não devem ater-se apenas aos serviços materiais de acolhida, que deve ser simples, mas devem dedicar-se, também, à escuta da palavra, como discípulas de Jesus.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Quem é meu próximo?


Leitura Orante
Lc 10,25-37


Um mestre da Lei se levantou e, querendo encontrar alguma prova contra Jesus, perguntou:
- Mestre, o que devo fazer para conseguir a vida eterna?
Jesus respondeu:
- O que é que as Escrituras Sagradas dizem a respeito disso? E como é que você entende o que elas dizem?
O homem respondeu:
- "Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com todas as forças e com toda a mente. E ame o seu próximo como você ama a você mesmo."
- A sua resposta está certa! - disse Jesus. - Faça isso e você viverá.
Porém o mestre da Lei, querendo se desculpar, perguntou:
- Mas quem é o meu próximo?
Jesus respondeu assim:
- Um homem estava descendo de Jerusalém para Jericó. No caminho alguns ladrões o assaltaram, tiraram a sua roupa, bateram nele e o deixaram quase morto. Acontece que um sacerdote estava descendo por aquele mesmo caminho. Quando viu o homem, tratou de passar pelo outro lado da estrada. Também um levita passou por ali. Olhou e também foi embora pelo outro lado da estrada. Mas um samaritano que estava viajando por aquele caminho chegou até ali. Quando viu o homem, ficou com muita pena dele. Então chegou perto dele, limpou os seus ferimentos com azeite e vinho e em seguida os enfaixou. Depois disso, o samaritano colocou-o no seu próprio animal e o levou para uma pensão, onde cuidou dele. No dia seguinte, entregou duas moedas de prata ao dono da pensão, dizendo:
- Tome conta dele. Quando eu passar por aqui na volta, pagarei o que você gastar a mais com ele.
Então Jesus perguntou ao mestre da Lei:
- Na sua opinião, qual desses três foi o próximo do homem assaltado?
- Aquele que o socorreu! - respondeu o mestre da Lei.
E Jesus disse:
- Pois vá e faça a mesma coisa.

A vida consiste no amor

No diálogo com um doutor da Lei sobre o que fazer para ter a vida eterna, Jesus afirma que a vida consiste no amor a Deus e no amor ao próximo. Uma parábola esclarece quem é o "próximo". O samaritano, excluído pelo judaísmo, é aquele que se faz próximo do sofredor, resgatando-lhe a vida. Em contraste, o doutor da Lei e o escriba passam indiferentes.
O gesto do samaritano é exemplar: "Vai tu e faze a mesma coisa". Jesus mostra como o amor deve ser concretizado na solidariedade e ajuda aos mais carentes e necessitados. E este amor é eterno. Tudo passa, mas o amor permanece para sempre.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Não creram! Ai de vós!


Leitura Orante
Lc 10,13-16


Jesus continuou:
- Ai de você, cidade de Corazim! Ai de você, cidade de Betsaida! Porque, se os milagres que foram feitos em vocês tivessem sido feitos nas cidades de Tiro e de Sidom, os seus moradores já teriam abandonado os seus pecados há muito tempo. E, para mostrarem que estavam arrependidos, teriam se assentado no chão, vestidos com roupa feita de pano grosseiro, e teriam jogado cinzas na cabeça. No Dia do Juízo, Deus terá mais pena de Tiro e de Sidom do que de vocês, Corazim e Betsaida! E você, cidade de Cafarnaum, acha que vai subir até o céu? Pois será jogada no mundo dos mortos!
Então disse aos discípulos:
- Quem ouve vocês está me ouvindo; quem rejeita vocês está me rejeitando; e quem me rejeita está rejeitando aquele que me enviou.

Advertências

Após a escolha dos setenta e dois, a serem enviados em missão dois a dois, aos gentios na Samaria, Jesus lhes transmite suas orientações, concluindo com este texto de imprecação contra as cidades que rejeitaram Jesus. Este texto, praticamente com as mesmas palavras, está também no evangelho de Mateus. Nestas imprecações temos um estilo característico do Antigo Testamento. São os "ai" como anúncio de desgraça. Têm origem em lamentações fúnebres, tendo passado ao uso literário como lamentações de advertência sobre pessoas ou cidades passíveis de condenação. No evangelho de Lucas encontramos quatro "ais" dirigidos aos ricos, em contraposição às quatro bem-aventuranças e, como também em Mateus, sete "ais" dirigidos aos fariseus, censurando sua hipocrisia. A ressalva feita às cidades gentílicas de Tiro e Sidônia e as ameaças às cidades onde se sentia a influência do judaísmo, Corazim, Betsaida e Cafarnaum, indicam que os gentios estavam mais abertos do que os judeus à acolhida da novidade de Jesus. A frase final apresenta o missionário como legítimo representante de Jesus, enviado do Pai.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

São Francisco de Assis

4 de outubro. Dia de São Francisco de Assis, padroeiro de nossa Paróquia, Um santo de família, foi ele o idealizador do presépio que nos retrata Jesus em uma manjedoura, cercado pelos pais Maria e José e os animais. Na pobreza resplandecia o amor, e no amor resplandecia a família. São Francisco teve os estígmas (chagas) de Jesus assim como Santa Gema Galgani e Santo Padre Pio. Que São Francisco de Assis proteja as famílias de Anicuns, os produtores rurais, os humildes, os doentes, os campos e as produções. Viva São Francisco de Assis!
Lúcia Ribeiro Lima


quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Seguir Jesus sem olhar para trás


Leitura Orante
Lc 9,57-62


Quando Jesus e os discípulos iam pelo caminho, um homem disse a Jesus:
- Eu estou pronto a seguir o senhor para qualquer lugar onde o senhor for.
Então Jesus disse:
- As raposas têm as suas covas, e os pássaros, os seus ninhos. Mas o Filho do Homem não tem onde descansar.
Aí ele disse para outro homem:
- Venha comigo.
Mas ele respondeu:
- Senhor, primeiro deixe que eu volte e sepulte o meu pai.
Jesus disse:
- Deixe que os mortos sepultem os seus mortos. Mas você vá e anuncie o Reino de Deus.
Outro homem disse:
- Eu seguirei o Senhor, mas primeiro deixe que eu vá me despedir da minha família.
Jesus respondeu:
- Quem começa a arar a terra e olha para trás não serve para o Reino de Deus.

Prerrogativas do seguimento de Jesus

Jesus, com seus discípulos, estava a caminho de Jerusalém, tendo em vista fazer o seu anúncio da Boa-Nova entre os peregrinos que para lá se dirigiam para a celebração da festa da Páscoa.
Enquanto na passagem paralela a esta, em Mateus , são duas pessoas que se dispõem a seguir Jesus, aqui, em Lucas, são três. A primeira e a terceira tomam a iniciativa de pedi-lo, enquanto a segunda é convidada por Jesus.
Respondendo a cada um, Jesus apresenta um elenco de propostas para seu seguimento. Aquele que se oferece, de imediato, com grande disponibilidade deve estar disposto a assumir a pobreza e insegurança à semelhança de Jesus. Ao segundo, convidado por Jesus, porém apegado às tradições familiares ("enterrar o pai"), Jesus destaca a primazia a ser dada ao anúncio da novidade do Reino de Deus, por ele revelada. Ao terceiro, que se mostra afetivamente muito ligado aos de sua casa, Jesus propõe olhar para a frente e perceber as portas que se abrem para a comunhão com a grande família dos que fazem a vontade do Pai, com seu projeto vivificante.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O mais importante no Reino

Leitura Orante
Mt 18,1-5.10


Naquele momento os discípulos chegaram perto de Jesus e perguntaram:
- Quem é o mais importante no Reino do Céu?
Jesus chamou uma criança, colocou-a na frente deles e disse:
- Eu afirmo a vocês que isto é verdade: se vocês não mudarem de vida e não ficarem iguais às crianças, nunca entrarão no Reino do Céu. A pessoa mais importante no Reino do Céu é aquela que se humilha e fica igual a esta criança. E aquele que, por ser meu seguidor, receber uma criança como esta estará recebendo a mim.
- Cuidado, não desprezem nenhum destes pequeninos! Eu afirmo a vocês que os anjos deles estão sempre na presença do meu Pai, que está no céu.

O maior no Reino dos Céus

Os discípulos de Jesus que estavam sob a influência da doutrina do judaísmo não conseguiam se libertar da ideologia tradicional do messias glorioso, e viam Jesus como tal. Mais de uma vez os evangelistas narram a aspiração deles por serem os maiores ou assumirem posições de poder. Tal postura é comum nas sociedades competitivas e individualistas, onde se busca a ascensão para junto dos poderosos. Jesus tenta de várias maneiras demovê-los de tal compreensão.
Agora toma uma criança e a coloca como modelo ao qual os discípulos devem se converter. Ser criança nas mãos de Deus, abandonar-se aos seus cuidados, sem preocupações e livre para o compromisso e a luta da construção do Reino dos Céus, aqui na terra. É o Reino sem rei, onde reina o amor, onde se vive o jogo do serviço, a roda da partilha, o abraço da Paz.
A proclamação final está associada à crença judaica nos anjos do céu, que servem a Deus. Este texto, característico da redação de Mateus, indica a proteção de Deus para com os discípulos que se fazem pequenos e humildes.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem é o mais importante?


Leitura Orante
Lc 9,46-50


Os discípulos começaram a conversar sobre qual deles era o mais importante. Mas Jesus sabia o que eles estavam pensando. Então pegou uma criança e a pôs ao seu lado. Aí disse:
- Aquele que, por ser meu seguidor, receber esta criança estará recebendo a mim; e quem me receber estará recebendo aquele que me enviou. Pois aquele que é o mais humilde entre vocês, esse é que é o mais importante.
Quem não é contra vocês é a favor de vocês.
João disse:
- Mestre, vimos um homem que expulsa demônios pelo poder do nome do senhor, mas nós o proibimos de fazer isso porque ele não é do nosso grupo.
Então Jesus disse a João e aos outros discípulos:
- Não o proíbam, pois quem não é contra vocês é a favor de vocês.

A criança como modelo

Já no fim do ministério de Jesus, os discípulos ainda não compreendem plenamente a novidade de seu anúncio. Eles persistem na compreensão messiânica de que Jesus seria um novo Davi que restauraria o reino de Israel. Pensam que em Jerusalém, para onde se dirigem, Jesus poderia liderar um movimento de tomada do poder. Discutem entre si quem é o maior, isto é, quem ficará com os cargos mais importantes.
O que importa é o serviço com amor e não o poder. Tomando a criança como modelo, Jesus mostra a inversão de valores no Reino. A novidade do Reino deve ser acolhida como crianças que, na humildade e simplicidade, com admiração, acolhem os valores da vida. Este é o terreno fecundo para o ressurgir da vida que permanece para sempre.
A narrativa final onde João afirma terem proibido outros grupos de agir em nome de Jesus revela ainda a mentalidade segregacionista do seu grupo. É a mentalidade da autoridade que coíbe a liberdade do Espírito. Jesus remove esta mentalidade, acolhendo todo o bem que é feito em seu nome.