quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Dia Nacional da Juventude em São Luiz de Montes Belos


Entrevista com Padre Fernando Rosa
assessor diocesano do setor juventude.

Dia Nacional da Juventude.

Aconteceu nos dia 05, 06 e 07 de junho
encontro da Pastoral da Juventude em
São Luis de montes Belos-Go


Informações colhidas no site da Diocese de São Luis de Montes Belos


Evangelho do dia - Jesus comenta as contradições


Lc 7,31-35

E Jesus terminou, dizendo:
- Mas com quem posso comparar as pessoas de hoje? Com quem elas são parecidas? Elas são como crianças sentadas na praça. Um grupo grita para o outro:
"Nós tocamos músicas de casamento,
mas vocês não dançaram!
Cantamos músicas de sepultamento,
mas vocês não choraram!"
João Batista jejua e não bebe vinho, e vocês dizem: "Ele está dominado por um demônio." O Filho do Homem come e bebe, e vocês dizem: "Vejam! Esse homem é comilão e beberrão; é amigo dos cobradores de impostos e de outras pessoas de má fama." Mas aqueles que aceitam a sabedoria de Deus mostram que ela é verdadeira.

Comentário do Evangelho

Os pequenos e humildes reconhecem a sabedoria de Deus manifestada em Jesus

Jesus fez-se discípulo de João Batista e iniciou sua pregação em continuidade à pregação de João. João permanecia nas regiões desérticas, porém Jesus decide fazer seu anúncio nas localidades habitadas da Galiléia. João anuncia o batismo da conversão à justiça para a remissão dos pecados. Jesus acrescenta a este anúncio o dom da filiação divina e da vida eterna, pela vivência do amor e da misericórdia. O nome de João é o mais citado nos Evangelhos (76 vezes), depois do nome de Pedro (124 vezes). A pequena parábola dos dois grupos de crianças que disputam nas praças é dirigida a "esta geração". Esta expressão indica uma censura ao povo de Israel de coração duro, conforme a tradição profética. Aqui exprime os chefes do judaísmo que rejeitam Jesus. Assim como o convite de um grupo de crianças é rejeitado pelo outro, João Batista e Jesus são rejeitados por estes chefes. A rejeição, tanto a João, na sua austeridade, como a Jesus, no seu convívio comum, signifi ca a rejeição do próprio projeto amoroso, misericordioso e
acolhedor de Deus. Contudo, os pequenos e humildes reconhecem a sabedoria de Deus, manifesta em Jesus.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

15 de Setembro

Memória de Nossa Senhora das Dores

Memória de Nossa Senhora das Dores
"Quero ficar junto à cruz, velar contigo a Jesus e o teu pranto enxugar"!

Assim, a Igreja reza a Maria neste dia, pois celebramos sua compaixão, piedade; suas sete dores cujo ponto mais alto se deu no momento da crucifixão de Jesus. Esta devoção deve-se muito à missão dos Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa – e sua entrada na Liturgia aconteceu pelo Papa Bento XIII.

A devoção a Nossa Senhora das Dores possui fundamentos bíblicos, pois é na Palavra de Deus que encontramos as sete dores de Maria: o velho Simeão, que profetiza a lança que transpassaria (de dor) o seu Coração Imaculado; a fuga para o Egito; a perda do Menino Jesus; a Paixão do Senhor; crucifixão, morte e sepultura de Jesus Cristo.

Nós, como Igreja, não recordamos as dores de Nossa Senhora somente pelo sofrimento em si, mas sim, porque também, pelas dores oferecidas, a Santíssima Virgem participou ativamente da Redenção de Cristo. Desta forma, Maria, imagem da Igreja, está nos apontando para uma Nova Vida, que não significa ausência de sofrimentos, mas sim, oblação de si para uma civilização do Amor.

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!


Evangelho do dia - Maria junto à cruz


Jo 19,25-27

Perto da cruz de Jesus estavam a sua mãe, e a irmã dela, e Maria, a esposa de Clopas, e também Maria Madalena. Quando Jesus viu a sua mãe e perto dela o discípulo que ele amava, disse a ela:
- Este é o seu filho.
Em seguida disse a ele:
- Esta é a sua mãe.
E esse discípulo levou a mãe de Jesus para morar dali em diante na casa dele.

Comentário do Evangelho

Junto à cruz de Jesus estava de pé sua mãe

Às várias características próprias do Evangelho de João junta-se esta: ele é o único que menciona a presença da mãe de Jesus e de discípulos junto à cruz. Nos sinóticos, Marcos, Mateus e Lucas, as mulheres permanecem a distância, observando. A mãe de Jesus é mencionada apenas duas vezes neste Evangelho: no início do seu ministério, nas bodas de Caná e, agora, no momento de sua crucifixão. Nas duas vezes é destacada a proximidade entre Jesus e sua mãe. Nas bodas, quando ainda não era chegada a hora de Jesus, a mãe representa o antigo Israel fiel, particularmente os samaritanos, que busca o socorro de Jesus e reconhece que deve ser feito tudo o que ele disser. Agora é a sua hora. É a hora da glorificação de Jesus, a sua fidelidade plena ao projeto do Pai, até a morte, tendo, porém, garantida a continuidade de sua missão nas comunidades. Em pé, junto à cruz, destacam-se sua mãe, Maria Madalena e o discípulo que Jesus amava. Maria Madalena, procurando por Jesus no horto, em uma alusão ao Cântico dos Cânticos, representa a comunidade como esposa do Ressuscitado. O discípulo amado simboliza a comunidade que continuará a missão de Jesus. A mãe, o Israel fiel, encontrará sua identidade inserindo-se nestas comunidades.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Evangelho do dia - Sentido da Cruz


Jo 3,13-17

Ninguém subiu ao céu, a não ser o Filho do Homem, que desceu do céu.
- Assim como Moisés, no deserto, levantou a cobra de bronze numa estaca, assim também o Filho do Homem tem de ser levantado, para que todos os que crerem nele tenham a vida eterna. Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna. Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.

Comentário do Evangelho

A elevação do Filho do Homem é a elevação do humano

Estas palavras de Jesus estão no contexto do diálogo com Nicodemos, no Evangelho de João. Trata-se do renascer no Espírito. O humano assumido no Espírito. O Filho do Homem desceu do céu e será levantado. É o Verbo que se fez carne e vimos a sua glória. Temos aqui a dinâmica característica do Evangelho de João. O Filho do Homem signifi ca o humano, o encarnado na vida, na história. Jesus desceu do céu para elevar o humano. João prima pela revelação da exaltação da condição humana a partir da encarnação do Filho de Deus, Jesus. A elevação do Filho do Homem é a elevação do humano. Os antigos modelos da Lei de Moisés (a serpente de bronze no deserto, são substituídos pela graça e verdade de Jesus, que comunicam o dom da vida eterna. Jesus, ao manifestar o amor de Deus, atrai e comunica este amor a todos. Ele é dom de Deus para comunicar vida ao mundo. A glorifi cação de Jesus é fi delidade total a sua missão, sem recuar, mesmo diante da morte. Jesus elevado na cruz é a consumação de uma vida de amor. É a glória de Deus no seu projeto de elevação da humanidade à participação da vida eterna.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Evangelho do dia - Aprendendo a ver com os olhos do Mestre


Lc 6,39-42

E Jesus fez estas comparações:
- Um cego não pode guiar outro cego. Se fizer isso, os dois cairão num buraco. Nenhum aluno é mais importante do que o seu professor. Porém, quando tiver terminado os estudos, o aluno ficará igual ao seu professor.
- Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", se você não repara na trave que está no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.

Comentário do Evangelho

Jesus propõe a correção fraterna com amor

Lucas anuncia uma parábola, porém só a narrará mais adiante. Entre o anúncio e a parábola ele insere algumas interrogações comparativas e algumas sentenças. A primeira interrogação, sobre o cego que guia outro cego, era originalmente dirigida aos fariseus que se consideravam guias de doutrina para o povo. Neste contexto de Lucas, após o anúncio das bem-aventuranças, a interrogação é feita aos discípulos, dentre os
quais nenhum deve pretender ser o guia dos demais, pensando superar o "mestre". A segunda interrogação é apresentada na forma de uma comparação hiperbólica, exagerada, irreal: o cisco ou a trave no olho. Fica bem claro seu ensinamento. Aquele que na comunidade vive procurando pequenos defeitos nos outros já está incidindo, ele
próprio, em um grande defeito. Além do mais, esta é uma atitude típica de alguém que se esquiva de reconhecer suas próprias falhas. Contudo, com lucidez e amor, deve-se até fazer a correção fraterna do irmão, quando, com isenção, percebe-se alguma falta sua.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Missa na Comunidade Santo Antônio



A comunidade Santo Antônio Compreende a área da fazenda furnas e do Aeroporto. No último dia 08/09, a missa foi na residência do Sr. Sandro e Kátia. A próxima missa será dia 13/10, na residência do Sr Adelino e Maria.
Participem!!

Evangelho do dia - Amor misericordioso


Leitura Orante

Lc 6,27-38

- Mas eu digo a vocês que estão me ouvindo: amem os seus inimigos e façam o bem para os que odeiam vocês. Desejem o bem para aqueles que os amaldiçoam e orem em favor daqueles que maltratam vocês. Se alguém lhe der um tapa na cara, vire o outro lado para ele bater também. Se alguém tomar a sua capa, deixe que leve a túnica também. Dê sempre a qualquer um que lhe pedir alguma coisa; e, quando alguém tirar o que é seu, não peça de volta. Façam aos outros a mesma coisa que querem que eles façam a vocês.
- Se vocês amam somente aqueles que os amam, o que é que estão fazendo de mais? Até as pessoas de má fama amam as pessoas que as amam. E, se vocês fazem o bem somente para aqueles que lhes fazem o bem, o que é que estão fazendo de mais? Até as pessoas de má fama fazem isso. E, se vocês emprestam somente para aqueles que vocês acham que vão lhes pagar, o que é que estão fazendo de mais? Até as pessoas de má fama emprestam aos que têm má fama, para receber de volta o que emprestaram. Façam o contrário: amem os seus inimigos e façam o bem para eles. Emprestem e não esperem receber de volta o que emprestaram e assim vocês terão uma grande recompensa e serão filhos do Deus Altíssimo. Façam isso porque ele é bom também para os ingratos e maus. Tenham misericórdia dos outros, assim como o Pai de vocês tem misericórdia de vocês.
- Não julguem os outros, e Deus não julgará vocês. Não condenem os outros, e Deus não condenará vocês. Perdoem os outros, e Deus perdoará vocês. Dêem aos outros, e Deus dará a vocês. Ele será generoso, e as bênçãos que ele lhes dará serão tantas, que vocês não poderão segurá-las nas suas mãos. A mesma medida que vocês usarem para medir os outros Deus usará para medir vocês.

Comentário do Evangelho

Jesus traz a paz fundada na reconciliação, na misericórdia e no amor

Nesta coletânea de Lucas, com várias sentenças exortando à misericórdia, ao desapego e à mansidão, predomina o amor aos inimigos. É uma prática nova, desconhecida entre gentios e judeus. De modo particular, Jesus remove a fi gura do "inimigo" tão presente e marcante no Primeiro Testamento. A história de Israel, desde suas origens, incorpora a violência, particularmente na ocupação da "terra prometida", quando os israelitas exterminaram os que aí habitavam, considerados "inimigos". Jesus vem remover esta tradição enraizada no confronto com o "inimigo". E traz a paz, fundada na reconciliação, na misericórdia e no amor.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Crisma Capelinha da Conceição




Neste Domingo - dia 13 de Setembro haverá Crisma na Comunidade Nossa Senhora da Conceição. Serão 25 crismandos que irão confirmar a fé mediante o sacramento da crisma. Foi expressiva a participação deles no RETIRO que aconteceu neste domingo - dia 06 de Setembro.

Rezemos para que o Espírito Santo renove a VIDA de toda a Comunidade.

Evangelho do dia - Jesus nos convida a fraternidade e a partilha


Lc 6,20-26

Jesus olhou para os seus discípulos e disse:
- Felizes são vocês, os pobres,
pois o Reino de Deus é de vocês.
- Felizes são vocês que agora têm fome,
pois vão ter fartura.
- Felizes são vocês que agora choram,
pois vão rir.
- Felizes são vocês quando os odiarem, rejeitarem, insultarem e disserem que vocês são maus por serem seguidores do Filho do Homem. Fiquem felizes e muito alegres quando isso acontecer, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês. Pois os antepassados dessas pessoas fizeram essas mesmas coisas com os profetas.
- Mas ai de vocês que agora são ricos,
pois já tiveram a sua vida boa.
- Ai de vocês que agora têm tudo,
pois vão passar fome.
- Ai de vocês que agora estão rindo,
pois vão chorar e se lamentar.
- Ai de vocês quando todos os elogiarem, pois os antepassados dessas pessoas também elogiaram os falsos profetas.

Comentário do Evangelho

A felicidade do Reino de Deus

Lucas narra quatro bem-aventuranças proclamadas por Jesus, seguidas de quatro "ais" de advertência. Em Mateus, temos oito bem-aventuranças sem os "ais". As bemaventuranças em Lucas são bem concretas. Elas se destinam aos pobres, no seu sentido próprio, material, bem como aos que passam fome e estão chorando. A bem-aventurança dos perseguidos por causa do Filho do Homem refere-se mais diretamente aos discípulos que já aderiram a Jesus. Em contraposição às bem-aventuranças vêm os "ais". Visam aos ambiciosos da riqueza, aos aproveitadores e desfrutadores de status social. O Reino traz uma subversão destes valores. Contemplando o próprio Jesus em sua maneira de viver, tendo-o próximo de nós, somos atraídos para o despojamento, a fraternidade que nos une em comunidade e a partilha em comunhão com os mais necessitados.