terça-feira, 27 de julho de 2010

Encontro de Catequistas

Neste domingo (25/08) tivemos mais um Encontro de formação para Catequistas. Com a presença da Irmã Lúcia, de Avelinópolis, que nos brindou com uma belíssima reflexão sobre o Reino de Deus. Ao término do encontro o grupo estava bastante animado para dar continuidade à tarefa de anunciar o Reino de Deus. Parabéns ao grupo de catequistas que participou deste encontro.


ESCOLA BÍBLICA PAROQUIAL



Neste mês de Julho nós concluímos a escola bíblica paroquial. Esta escola iniciou em setembro de 2005. Foram vários anos de contato com a Palavra de Deus.No final a turma que perseverou só tem a louvar e agradecer em primeiro lugar a Deus e depois a Diocese/ Paróquia por nos favorecer este tempo oportuno de formação. No dia 22 de agosto, às 19:30 hs, celebraremos a MISSA de ação de graças.


ACONTECEU NOSSO III CONJOCA


Espetacular o nosso III congresso para jovens católicos (CONJOCA), em Capelinha da Conceição.
Tivemos um dia recheado de orações, louvor, convivência, gincanas, Santa Missa e muito mais....
Valeu Jovens! Nota 1000 pela sua participação.
Parabéns, Pe Carlinhos pela bela inspiração!
Parabéns, Comunidade da Capelinha da Conceição pela acolhida e realização do congresso.

Até o próximo....






segunda-feira, 26 de julho de 2010

Feira da Pechincha



Esse foi um momento de descontração do Movimento de Cursilho, que realizou a Feira da Pechincha na Vila Santa Lúcia. Este trabalho tem a finalidade da partiha dos bens e da evangelização.

5º Encontro de Viúvas

Com a bênção de Deus, pela intercessão de Santa Francisca Romana, celebramos o nosso 5º Encontro de Viúvas.
Às vésperas do dia dos Avós, meditamos sobre nossa realidade de vida com avós e a oração e propostas para o nosso grupo.Nosso 6º Encontro será dia 1º de setembro. A Senhora que é viúva, está convidada! Com orações, viúvas de Santa Francisca Romana.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

III CONJOCA....


Você é convidado a participar conosco!!!! Vá até a Secretaria Paroquial e adquira a sua vaga gratuitamente!!! Saída do ônibus da Porta da Igreja Matriz as 07:00 hs da manhã!
Jesus explica a parábola do semeador
Mt 13,18-23

- Então escutem e aprendam o que a parábola do semeador quer dizer. As pessoas que ouvem a mensagem do Reino, mas não a entendem, são como as sementes que foram semeadas na beira do caminho. O Maligno vem e tira o que foi semeado no coração delas. As sementes que foram semeadas onde havia muitas pedras são as pessoas que ouvem a mensagem e a aceitam logo com alegria, mas duram pouco porque não têm raiz. E, quando por causa da mensagem chegam os sofrimentos e as perseguições, elas logo abandonam a sua fé. Outras pessoas são parecidas com as sementes que foram semeadas no meio dos espinhos. Elas ouvem a mensagem, mas as preocupações deste mundo e a ilusão das riquezas sufocam a mensagem, e essas pessoas não produzem frutos. E as sementes que foram semeadas em terra boa são aquelas pessoas que ouvem, e entendem a mensagem, e produzem uma grande colheita: umas, cem; outras, sessenta; e ainda outras, trinta vezes mais do que foi semeado.

Palavra anunciada

há um consenso de que esta explicação da parábola do semeador é fruto da reflexão das primeiras comunidades para orientar a catequese e a missão. As diversas situações em que se encontram os grãos semeados correspondem às diversas maneiras como os membros das comunidades recebem a Palavra anunciada. Para uns a Palavra ouvida não vai além de uma religião supérflua que não questiona as grandes injustiças das estruturas sociais e econômicas. Outros se contentam com uma religião festiva e ritualista que não transforma concretamente este mundo. E há aqueles para os quais a Palavra ouvida não abala sua religião de conveniência, que convive com a ambição e o desejo de ter cada vez mais. A estas situações adversas se contrapõem aqueles que ouvem a Palavra e mudam de vida. Integram-se em comunidades fraternas e solidárias que se empenham na construção de um mundo novo, conforme a vontade de Deus.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Madalena: a primeira testemunha da Ressurreição

Leitura Orante
Jo 20,1-2.11-18

Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada. Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse:
- Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram!
Maria Madalena tinha ficado perto da entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, ela se abaixou, olhou para dentro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus. Um estava na cabeceira, e o outro, nos pés. Os anjos perguntaram:
- Mulher, por que você está chorando?
Ela respondeu:
- Levaram embora o meu Senhor, e eu não sei onde o puseram!
Depois de dizer isso, ela virou para trás e viu Jesus ali de pé, mas não o reconheceu. Então Jesus perguntou:
- Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando?
Ela pensou que ele era o jardineiro e por isso respondeu:
- Se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo.
- Maria! - disse Jesus.
Ela virou e respondeu em hebraico:
- "Rabôni!" (Esta palavra quer dizer "Mestre".)
Jesus disse:
- Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles, o meu Deus e o Deus deles.
Então Maria Madalena foi e disse aos discípulos de Jesus:
- Eu vi o Senhor!
E contou o que Jesus lhe tinha dito.

As comunidades vivem a presença real de Jesus

Enquanto nos Evangelhos sinóticos são mencionadas outras mulheres, além de Maria Madalena, em visita ao túmulo de Jesus, o Evangelho de João menciona só Maria Madalena. Ficando ali, chorando, embora cheia de amor no coração, vê Jesus, de pé, mas não o reconhece. Nela, temos a expressão da dificuldade dos discípulos em entender a ressurreição. Fixada no evento da morte, não percebe a ressurreição. Ao ser chamada pelo nome, reconhece Jesus e pensa em retê-lo, como presença corpórea. Jesus a adverte e diz viver agora uma nova realidade, em resença de seu Pai e de nosso Pai. As comunidades vivem a presença real de Jesus, identificado fisicamente com os irmãos, particularmente os mais excluídos.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Que tipo de terreno sou?


Leitura Orante Mt 13,1-9
Naquele mesmo dia Jesus saiu de casa, foi para a beira do lago da Galiléia, sentou-se ali e começou a ensinar. A multidão que se ajuntou em volta dele era tão grande, que ele entrou num barco e sentou-se; e o povo ficou em pé na praia. Jesus usou parábolas para ensinar muitas coisas. Ele disse:
- Escutem! Certo homem saiu para semear. Quando estava espalhando as sementes, algumas caíram na beira do caminho, e os passarinhos comeram tudo. Outra parte das sementes caiu num lugar onde havia muitas pedras e pouca terra. As sementes brotaram logo porque a terra não era funda. Mas, quando o sol apareceu, queimou as plantas, e elas secaram porque não tinham raízes. Outras sementes caíram no meio de espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas. Mas as sementes que caíram em terra boa produziram na base de cem, de sessenta e de trinta grãos por um.
E Jesus terminou, dizendo:
- Se vocês têm ouvidos para ouvir, então ouçam.
Jesus, esclarecedor do mistério do Reino dos Céus

As parábolas, partindo de imagens de fatos da vida comum, por comparações, são elaboradas para a compreensão das palavras de Jesus, movendo os ouvintes a se comprometerem com o projeto do Reino de Deus. Enquanto o Evangelho de Mateus reúne ao todo 22 parábolas, o Evangelho de Marcos reúne apenas 6 e o de Lucas ultrapassa ambos, com 31 parábolas. A parábola de hoje é comum aos três evangelistas. Ela poderia ser mais bem denominada como "parábola dos terrenos", pois o seu núcleo são os diversos terrenos nos quais cai a semente, nos quais o leitor deve procurar sua identificação. Com esta parábola do semeador, Mateus inicia um bloco de sete, dando ao conjunto a forma de um discurso de Jesus, esclarecedor do mistério do Reino dos Céus. Depois da parábola, vem a explicação do porquê falar em parábolas (Mt 13,10-17), e, em seguida, a explicação detalhada de seu significado.

terça-feira, 20 de julho de 2010

É da família de Jesus quem faz a vontade de Deus

Leitura Orante
Mt 12,46-50

Quando Jesus ainda estava falando ao povo, a mãe e os irmãos dele chegaram. Ficaram do lado de fora e pediram para falar com ele. Então alguém disse a Jesus:
- Escute! A sua mãe e os seus irmãos estão lá fora e querem falar com o senhor.
Jesus perguntou:
- Quem é a minha mãe? E quem são os meus irmãos?
Então apontou para os seus discípulos e disse:
- Vejam! Aqui estão a minha mãe e os meus irmãos. Pois quem faz a vontade do meu Pai, que está no céu, é meu irmão, minha irmã e minha mãe.

Compromisso em fazer a vontade do Pai

Jesus, colocando os laços de sangue em segundo plano diante da vontade de Deus, descarta o valor das origens genealógicas, elaboradas pelo Judaísmo surgido no pós-exílio. Todos são chamados independentemente de raça ou de qualquer deus nacionalista ou apropriado por algum império. O chamado é o compromisso em fazer a vontade do Pai. Esta é a obra vivificante no empenho de que todos tenham vida. A família de Jesus une-se em torno da libertação, do serviço, da solidariedade, da misericórdia, da acolhida aos pobres, da prática da justiça, da defesa dos direitos humanos, do direito à alimentação, do direito à posse da terra e à moradia, do direito de todos a constituir dignamente sua família. As genealogias associavam-se ao direito à posse da Terra Prometida. Para Jesus, a Terra Prometida é toda a terra. Prometida a todos os povos. É a terra a serviço da vida, e não a terra ocupada por guerras de conquista em vista do acúmulo de riqueza e de poder, com a exclusão dos pequenos e oprimidos. Maria, mais do que por seus laços de sangue com Jesus, é bem-aventurada por sua união à vontade do Pai: "Faça-se em mim segundo a tua palavra".